Torcendo com você na Copa do Mundo de 2014 no Brasil.
Trinta e dois anos. Este foi o tempo que durou para a Holanda retornar a uma final de Copa do Mundo. Após ser vice-campeã nos Mundiais de 1974 e 1978, quando foi derrotada pelas anfitriãs Alemanha e Argentina, respectivamente, a Laranja Mecânica venceu o Uruguai por 3 a 2 e estará na grande decisão no próximo domingo, dia 11 de julho, em Joanesburgo.
Favorita antes mesmo da Copa começar, a Holanda só não chegou com mais moral devido ao fato de sempre chegar com um bom elenco, mas não transformá-lo em uma boa equipe. Desta vez não.
O técnico Bert Van Marwijk conseguiu formar uma boa defesa, mas principalmente um meio-de-campo e ataque leve, com bom toque de bola e que mantinha a posse de bola o máximo possível. Tudo isso graças a jogadores como Kuyt, Van Persie e, principalmente, Robben e Sneijder, os craques desta seleção.
Mas quem abriu o marcador foi o capitão e veterano, Van Bronckhorst. O lateral-esquerdo recebeu a bola no meio-de-campo, dominou e arriscou de longe, muito longe. Em um desses chutes que só acontecem de anos em anos, Gio mandou a bola no ângulo esquerdo de Muslera.
Neste momento a Holanda tinha muito mais posse de bola do que a Celeste Olímpica, mas chance de gol mesmo não havia criado nada além do gol.
Após sofrer o gol, o Uruguai passou a sair mais e tentar o empate, que veio aos 41 minutos.
O craque Diego Forlán chutou da entrada da área, a bola, que parecia ir ao canto direito de Stekelemburg, fez uma curva incrível e mudou completamente a direção, entrando no meio do gol.
Na segunda etapa, as duas seleções voltaram muito burocráticas. Provavelmente o medo de tomar um gol e ter que correr atrás acabou inibindo a ousadia de ambas.
O jogo ficou truncado, com muitas faltas, passes errados e sem objetividade.
Para mudar o panorama apenas um gol em um lance casual.
Pronto! Aos 25 minutos, após troca de passes Sneijder contou com a sorte para colocar a Holanda novamente em vantagem.
Ao tentar chutar à direita de Muslera a bola desviou na zaga e foi parar no outro canto. O goleiro uruguaio foi enganado por Van Persie, que impedido, tentou desviar a bola ao passar a sua frente.
Na sequência deste lance, a laranja Mecânica praticamente definiu a partida. Kuyt cruzou da esquerda e Robben cabeceou no contrapé de Muslera. Três a um para os europeus.
Já no final da partida, quando foi substituído por Elia e saiu todo contente, Robben não imaginava o sufoco que passaria.
Aos 46, Maxi pereira diminuiu para o Uruguai e deu um ânimo novo, com ajuda do árbitro é verdade. O uzbeque Ravshan Irmatov, que prometera três minutos de acréscimos resolveu aumentar a emoção e só apitou o fim da partida aos 49, após o Uruguai partir para o tudo ou nada e criar algumas chances de gol.
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André Santos (Fernerbahce)
Alexandre Pato
Daniel Alves (Barcelona)
David Luiz (Chelsea)
Elano (Santos)
Elias (Atlético de Madrid)
Fred (Fluminense)
Jadson (Shakhtar)
Julio Cesar (Inter Milão)
Lucas Leiva (Liverpool)
Lucas (São Paulo)
Lucio (Inter Milão)
Neymar (Santos)
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